Todos nós, humanidade devíamos fazer um juramento, assumir um real compromisso perante a vida. Esse bem essencial que nos faz nascer, crescer e prosseguir a nossa existência.
Devíamos, nesse juramento, prometer que todas as nossas acções e pensamentos tinham como única intenção e desejo, fazê-la feliz.
Uma jura que devia ser de fidelidade e de respeito para com a sua integridade e vontade de viver em pacifica harmonia com ela. Reconhecer que a vida é um todo, nossa e de cada um que a possui e vive num mesmo sentido, objectivo e missão.
Numa ética, límpida e assertiva, condensada num compromisso de vigência desde o seu início até ao seu final. Porque a vida dá-nos tudo, enquanto nós, lhe oferecemos na maior parte das vezes, apenas, indiferença. Temo-la como certa, temo-la como infinita...
Afinal e estabelecendo (símile com o vulgar anexim relativo à pescada) antes de ser, já a tínhamos, vida que já existia, ainda que inominada e, por conseguinte, pertence-nos por inteiro, podemos fazer com ela o que bem entendermos, ou não, segundo rezam os altos cânones.
Porém, a vida apela à urgência de uma deontologia, uma norma, que a proteja na sua prerrogativa de existência, que necessita para manter a sua integridade, a sua dignidade, o seu direito de ser feliz.
Além disso, se há uma Declaração Universal dos Direitos do Homem, ela quer que seja reconhecida uma Declaração Universal dos Direitos da Vida, enquanto pertença de cada um. Com o direito de não ser maltratada, alienada, esquecida, magoada e o dever intrínseco e obrigatório para quem a possui, de cuidar e amar a sua vida.
Devíamos, nesse juramento, prometer que todas as nossas acções e pensamentos tinham como única intenção e desejo, fazê-la feliz.
Uma jura que devia ser de fidelidade e de respeito para com a sua integridade e vontade de viver em pacifica harmonia com ela. Reconhecer que a vida é um todo, nossa e de cada um que a possui e vive num mesmo sentido, objectivo e missão.
Numa ética, límpida e assertiva, condensada num compromisso de vigência desde o seu início até ao seu final. Porque a vida dá-nos tudo, enquanto nós, lhe oferecemos na maior parte das vezes, apenas, indiferença. Temo-la como certa, temo-la como infinita...
Afinal e estabelecendo (símile com o vulgar anexim relativo à pescada) antes de ser, já a tínhamos, vida que já existia, ainda que inominada e, por conseguinte, pertence-nos por inteiro, podemos fazer com ela o que bem entendermos, ou não, segundo rezam os altos cânones.
Porém, a vida apela à urgência de uma deontologia, uma norma, que a proteja na sua prerrogativa de existência, que necessita para manter a sua integridade, a sua dignidade, o seu direito de ser feliz.
Além disso, se há uma Declaração Universal dos Direitos do Homem, ela quer que seja reconhecida uma Declaração Universal dos Direitos da Vida, enquanto pertença de cada um. Com o direito de não ser maltratada, alienada, esquecida, magoada e o dever intrínseco e obrigatório para quem a possui, de cuidar e amar a sua vida.
Sem comentários:
Enviar um comentário